CLIQUE PARA AMPLIARquarta-feira, 22 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Aula Prof. Zaia (FOP-UNICAMP)

domingo, 19 de abril de 2009
VI Encontro de Microscopia da APCD

Nos dias 26 a 28 de Agosto/09 teremos o VI Encontro de Microscopia da APCD
O Prof. Carlos Bueno da Equipe de Endodontia de Campinas esta confirmado como ministrador, o tema será: Retratamento endodôntico acoplado às novas tecnologias.
Para maiores informações:
http://www.apcd.org.br/microscopia2009/
sábado, 18 de abril de 2009
DEFESA - TESE DE MESTRADO

dia da defesa : 15/04/09
Tema : Influência das soluções irrigadoras utilizadas em endodontia na resistência à tração de pinos de fibra de vidro fixados com cimentação adesiva
Rodrigo Sanches Cunha - 1. membro
quinta-feira, 16 de abril de 2009
REGENERAÇÃO PULPAR - Prof. Dr. Alexandre Augusto Zaia
A possibilidade de conseguir a regeneração total de um órgão perdido por um novo, com suas funções biológicas restauradas e atuando de forma correta é vista como uma realidade não muito distante na medicina. Regeneração tecidual pode ser definida como a reposição das funções biológicas de um determinado tecido ou órgão após serem danificados por necrose, doenças, traumatismos, etc. Atualmente essa regeneração tecidual tem sido alcançada na medicina com o emprego de células troncos (“Stem cells”), fatores bioquímicos e engenharia genética. Os princípios das terapias regenerativas também podem ser aplicados na endodontia. Para isso, estudos vêm sendo conduzidos em pesquisas sobre células tronco adultas, fatores de crescimento, culturas de células e tecidos, engenharia genética, etc. Resultados dos estudos atuais têm demonstrado que a associação desses fatores são mais promissores que o empregos desse fatores isoladamente.
Células adultas com potencial em se diferenciar em outras são classificadas como células multipotentes e podem ser encontradas no cordão umbilical, bem como na polpa dental. A presença dessas células indiferenciadas no tecido pulpar é bastante conhecida. Algumas dessas células podem substituir odontoblastos durante processos de reparo do tecido pulpar. Odontoblastos são células terminais, sem capacidade de se dividir. Portanto, sua substituição ocorre pela diferenciação de outras células em odontoblastos. A presença dessas células indiferenciadas na polpa parece ocorrer durante toda a vida do paciente, pois mesmo pacientes idosos apresentam potencial de reposição das células odontoblasticas.
Casos de revascularização do sistema de canais necrosados têm sido relatados na literatura Essa revascularização está associada principalmente a dentes com rizogênese incompleta ou em casos de sobreinstrumentação e ampliação do forame apical, fazendo com que o sangue penetre no sistema de canais e se organize em um coágulo. Uma das grandes dificuldades em se conseguir sucesso nesse procedimento é o controle efetivo da contaminação de microorganismos do sistema de canais. Portanto, um importante aspecto para alcançar essa revascularização é o emprego de solução antisséptica irrigadora (NaOCl ou Clorexidina) e soluções curativas associadas a antibióticos e antifúngicos.
Tentativas de injetar células troncos (totipotentes ou pluripotentes) no interior do sistema de canais descontaminados apresentam-se também como uma possível alternativa para recriar o tecido pulpar. Para isso é importante que o forame apical esteja ampliado para permitir o contato dessas células com tecido vascularizado. Apesar de parecer um procedimento simples, existe um grande obstáculo nessa técnica que é a dificuldade em orientar a diferenciação dessas células em células maduras de um tecido pulpar (odontoblastos, células nervosas, células endodonteliais, fibroblastos) e não células de outros tecidos (osso, cartilagem, derme, etc).
Engenharia genética também se apresenta como uma possível via de estudo para se alcançar uma reparação tecidual da polpa dental. Entretanto, poucos estudos têm sido conduzindo nesse sentido até o momento devido a dificuldade em se tratar próprias células da polpa, uma vez que elas já estão mortas e o risco de promover alterações células que possam comprometer a saúde do indivíduo.
A compreensão e controle dos mecanismos para o desenvolvimento de uma regeneração pulpar parece não estar tão distantes dos dias atuais. Vários laboratórios de pesquisa importante no mundo todo têm voltado suas atenções para esse assunto. As principais revista de pesquisa da área endodôntica tem convocado os pesquisadores a enviarem trabalhos sobre esse assunto, agencias de fomento tem investido para o desenvolvimento nesse tipo de pesquisa, de modo que podemos ter certeza que a regeneração pulpar é uma terapia endodôntica inevitável num futuro não muito distante.
Prof. Dr. Alexandre A. Zaia
Responsável pela Área de Endodontia
QUAL A MELHOR CONDUTA: RETRATAMENTO OU CIRURGIA? (PARTE II)

quarta-feira, 15 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Dúvida sobre Caso Clínico - Shirlene Malveira (Mestranda em Endodontia)
JOE — Volume 35, Number 4, April 2009

Estudo avaliou a porcentagem de volume de gaps e espaços vazios em canais radiculares obturados com diferentes materiais através de Tomografia Computadorizada (MICRO-CT).
- 48 raízes
- Instrumentação rotatória (Protaper, término com a F3)
·Hipoclorito de Sódio 0,5% (a cada troca de lima) e ao final EDTA 17%
- Condensação Lateral :
·Tubliseal + guta-percha
·Endorez + Cones do Sistema
·Real + Cones de Poliéster(Real Seal)
- Estufa 37°C em 100% de umidade (72h)
- Análise através de Tomografia

- Análise Estatística : teste de Bonferroni
Resultados:

Conclusão:
O estudo verificou que todos os materiais obturadores foi demonstraram presença de gaps e espaços no interior da massa obturadora. Mesmo assim, o material que teve os menores índices de presença de falhas foi o grupo aonde utilizou-se o cimento Tubliseal com gutra-percha.
Protocolo de Cimentação de Pinos de Fibra - Prof. Dr. Alexandre Paulillo

Técnica do condicionamento ácido total (Scotchbond Multi Uso Plus/RelayX - 3M/ESPE):
- Condicionamento ácido do canal radicular por 15 segundos
- Lavar por pelo menos 15 segundos e secar com pontas de papel absorventes (nunca secar com ar)
- Aplicar o ativador do primer com microbrush de tamanho compatível ao canal
- remover excesso com ponta de papel
- Aplicar o primer e secar com leve jato de ar por 5s
- Aplicar o catalisador no canal com microbrush de tamanho compatível ao canal
- remover excesso com ponta de papel
- Aplicar Silano no pino e secar com ar
- Aplicar o catalisador no pino
- Espatular o cimento na proporção de 1:1
- Inserir o Cimento no canal com a ponta metálica da seringa Centrix
- Posicionar "imediatamente" o pino no canal
- Remover os excessos de cimento
- Fotoativar por 40s em cada face
- Reconstruir o remanescente coronário com resina composta.
Técnica autocondicionante (Clearfil SE Bond/ Panávia F - Kuraray)
- Aplicar o Primer ativamente por 20s no canal radicular com microbrush de tamanho compatível ao canal
- Remover os excessos com ponta de papel absorvente
- Aplicar o Bond no canal com microbrush de tamanho compatível ao canal
- Remover os excessos com ponta de papel absorvente
- Fotoativar por 20s
- Misturar 1 gota do frasco A com 1 gota do frasco B do ED Primer no recipiente fornecido pelo fabricante e aplicar no canal com microbrush de tamanho compatível ao canal
- Remover os excessos com ponta de papel absorvente
- Aplicar Silano no pino e secar com ar
- Espatular o cimento na proporção de 1:1
- Inserir o Cimento no canal com a ponta metálica da seringa Centrix
- Posicionar "imediatamente" o pino no canal
- Remover os excessos de cimento
- Fotoativar por 40s em cada face
- Reconstruir o remanescente coronário com resina composta.
Conclusões do Pré-Encontro de Endodontia - 26/03/2009
PRÉ-ENCONTRO 2009
CONCLUSÕES: 1) Quais as novas tecnologias que deverão ser incorporadas na rotina da Endodontia clínica?
As tecnologias já foram incorporadas à endodontia, como microscópio operatório, instrumentos de NiTi, instrumentação ultrassônica, MTA, etc. No entanto, algumas precisam ser solidificadas ou enfatizadas, em especial no Brasil: radiografia digital (menor radiação, interface com pacientes/ indicadores); oroscópio (fibra ótica para observar o interior dos canais- sem sucesso até o momento); Cart ergonômico para trabalho do endodontista, que possa conter todos os elementos de trabalho do endodontista, como ultrassom, touch´n heat, obtura, entre outros; PDT/ laser de baixa potência, bem como laser de alta potência; Cone Beam (uso cada vez mais acentuado); melhor desempenho dos materiais obturadores endodônticos, com tendência ao material adesivo; tentar analisar a otimização com qualidade propiciada por cada tecnologia; tecnologias que propiciem melhor relação custo/benefício e adaptação às condições sócio-econômicas do Brasil.
2) Quais as perspectivas da pesquisa em Endodontia em nível mundial?
Regeneração pulpar: estudos com células-tronco, etc. Perspectivas de tal acontecimento em curto espaço de tempo (5 anos, segundo alguns dos presentes); Aprimoramento das ligas dos instrumentos enododônticos, com provável surgimento de novas ligas; estudos com reflexo clínico ou interface clínica (prospectivos ou retrospectivos), estudo da adesividade dentro do S.C.R.; microbiologia, apesar de certa saturação nas metodologias; novos materiais endodônticos; existência de interesse comercial nas pesquisas.
3) Qual o conceito de Endodontia baseada em evidências? A experiência clínica tem valor na avaliação das evidências?
Os trabalhos de revisão sistemática vieram a colaborar com o desenvolvimento dos parâmetros de pesquisa e clínica, no entanto nunca irão sobrepor a necessidade de novas pesquisas para o aprimoramento da odontologia.
A pesquisa deve ter como objetivo a clínica, que é soberana, portanto, apesar do dado experiência clínica ser subjetivo, fatores como habilidade do operador, devem ser levados em consideração quando da análise, por exemplo, de uma determinada técnica endodôntica.
4) Sociedade Brasileira de Endodontia.
Foi discutida, aplaudida e apreciada por unanimidade a formação da Sociedade Brasileira de Endodontia organizada, pelo Prof. Manoel de Lima Machado, com o apoio de vários profissionais da área de endodontia. A entidade foi reconhecida por órgãos internacionais de odontologia. Foi discutida a carência atual de uma associação que possa representar a endodontia nacional. Contatos para participação: professormachado@hotmail.com.
Todos os participantes da mesa, representantes de várias associações e universidades prestaram solidariedade e apoio ao projeto.
COORDENADORES: CARLOS BUENO & RUY HIZATUGU
O Prof. Gilson de Sydney disse:
O que as previsões sistemáticas mostram é que não temos evidências científicas sólidas até o momento em endodontia. O número de casos e/ou de trabalho in vivo não são suficientes para que uma meta-análise possa traduzir uma evidência clínica confiável. As revisões sistemáticas acenderam o sinal de alerta, e cabe a nós todos pensar diferente em nossas publicações, visando estudos in vivo.
Ruy Hizatugu disse:
De acordo com Artigo publicado na Folha de São Paulo em 04, de abril de 2009, recomendações, protocolos médicos e odontológicos (por extensão endodônticos) não estão escritos em pedra pelo cinzel infalível da ciência. O estado da arte sobre procedimentos corretos sofrem revisões constantes ( a ciência é extremamente mutável - impermanente), à luz de uma série de estudos clínicos. Por exemplo, o estudo publicado pela Associação médica Americana revelou que apenas uma pequena minoria das diretrizes (American College of Cardiology/ American Heart Association) se fundamenta em evidências sólidas. Apesar disso, o protocolo americano orienta a prática de cardiologistas no mundo todo, inclusive no Brasil. Só 11% de 2711 recomendações específicas em vigor se apoiam em testes clínicos realizados por muitos centros ou nas chamadas meta-análises, que contabilizam resultados estatísticos de vários testes clínicos. estes dois tipos de estudo constituem o nivel A de evidências reconhecida pela classe médica. O estudo de Pierluigi Tricoci avaliou 7196 recomendações e concluem que o processo de diretrizes precisa ser revisto. Só com uma medicina cada vez mais baseada em evidências pacientes, médicos e administradores da saúde terão segurança de recorrer aos melhores tratamentos - sem onerar desnecessariamente um sistema de saúde que, por toda parte enfrenta dificuldades de financiamento.
Qual a melhor conduta: retratamento ou cirurgia?

MATÉRIA DE CAPA - REVISTA APCD
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Professores Convidados no mês Março-Abril
- Prof. Frederico Laperriere (Belo Horizonte - MG) - Marketing em Odontologia/Endodontia
- Profa. Tânia Rocha Sabba (Belo Horizonte - MG)- Limite Apical / Uso do MTA em Endodontia
Prof. Luís Alexandre Paulillo (FOP-UNICAMP)- Restauração de Dentes Tratados Endodonticamente
Obrigado a todos...
Regeneração Pulpar.
terça-feira, 31 de março de 2009
Problemas com Cimento Endodôntico X Pino de Fibra...
quarta-feira, 18 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Dúvida em Caso Clínico

Radiografia periapical, bem como panorâmica foi realizada para se elucidar a questão envolvendo a lesão na região de raiz distal do referido dente.
A lesão é de origem endodôntica?
Grato,
Marco Tulio Orefice
Prof. Fernando Branco Barletta
Quais as Perspectivas da Pesquisa em Endodontia?
A endodontia como especialidade na campo da Pesquisa tem presenciado nestes últimos anos uma significativa evolução tanto nos trabalhos realizados na área biológica com o objetivo de testar novos materiais, assim como nos estudos ex vivo.
Evidentemente que tem-se verificado dificuldades para aprovação no comitê de ética na liberação para trabalhos em cães que sempre foram extremamente importantes para a pesquisa e por conseguinte na sua aplicabilidade e testes de novos materiais, o que sem dúvida hoje este paradigma está mudando e certamente será a grande discussão para o futuro nesta linha de trabalhos de pesquisa. Na metalurgia também obsrerva-se uma significativa evolução, resultados estes evidenciados pelos novos instrumentos endodônticos que o mercado disponibiliza por diferentes fabricantes, tendo como resultante hoje uma endodontia como menos stress por parte do profissional.
Importante destacar pesquisas que vem sendo divulgadas valendo-se da Tomogafia computadorizada, microtomgrafia,nos tratamentos e retratamentos onde também tem sido relevantes para observar e facilitar o diagnótico com precocidade ao clínico e especialista, como também nos estudos In Vitro avaliar o comportamento dos instrumentos endodônticos e diferentes técnicas operatórias.
Fernando Branco Barletta
Prof. Coordenador da área de Endodontia da Ulbra graduação e Pós GraduaçãoProf. Adj. Endodontia da Unisc
Prof. Carlos Bóveda (Universidade Central da Venezuela)

Aos interessados aqui vai o site do Prof. Carlos Bóveda: http://www.carlosboveda.com/ .
Se por algum motivo ainda não tenha feito a adesão para participar de nosso III Encontro de Endodontia da EEC- Equipe de Endodontia de Campinas, entre no site http://www.encontroseec.com.br/ e garanta já sua participação!
Abraço a todos
Equipe de Endodontia de Campinas
sexta-feira, 13 de março de 2009
Prof. Douglas Cortez

Quais as perspectivas da pesquisa em endodontia?
É inquestionável que a endodontia evoluiu sobremaneira nos últimos 15 ou 20 anos. Não desconsiderando o salto tecnológico por que passou a nossa especialidade, a pesquisa científica foi, e continuará sendo, o alicerce de todo esse avanço.
Sobre as perspectivas de pesquisa, considero que laboratorialmente, metodologias na área da microbiologia e em cultura de células ainda possuem um vasto campo pela frente. As pesquisas nas disciplinas básicas ainda podem nos trazer muitas respostas. Na mesma linha laboratorial, acredito que o estudo da adesão em dentina intra radicular e materiais para obturações adesivas também possuem lugar no futuro.
Particularmente, por dedicar grande parte do meu tempo a clinicar endodontia, tenho maior apreço por pesquisas (laboratoriais ou clínicas) que respondam a problemas clínicos que o endodontista está sujeito em sua rotina. É assim que procuramos direcionar os nossos estudos. Desta forma, tenho um forte palpite de que a pesquisa clínica será fundamental, senão decisiva, em fornecer as evidências que tanto buscamos para amparar as nossas condutas.
Um abraço para todos da equipe de endodontia de Campinas.
Prof. Douglas Cortez
quinta-feira, 12 de março de 2009
Prof. Ronaldo Araújo Souza

Em qualquer área do conhecimento humano a pesquisa desempenha um papel fundamental. Tratando-se de Ciências da Saúde, a importância do seu papel se manifesta com força maior ainda.
Não seria diferente, e não é, na Endodontia. Todos, pesquisadores e clínicos, sabem disso. Ocorre, porém, que na Endodontia a pesquisa ganhou conotações perigosas e equivocadas. Parece ter havido em determinado momento o desejo de se considerar pesquisa somente aquilo que era feito em laboratório, e, portanto, só se reconhecia como pesquisador quem assim fazia. Graças a essa concepção, houve um distanciamento entre a pesquisa, como ela era vista, e a clínica. Esta parecia representar somente o ponto de desague dos experimentos laboratoriais, não tinha importância.
Esse distanciamento muitas vezes não permitiu que se percebesse que não basta elaborar belas hipóteses e a partir delas ensinar como fazer um tratamento endodôntico. É preciso saber e entender o que ocorre no tratamento endodôntico, para que se possa ter a melhor noção da validade ou não dos nossos postulados teóricos na aplicação clínica. E a Endodontia registra alguns momentos em que os resultados clínicos entraram em choque com o que se idealizara nos laboratórios.
Quando se fala em pesquisa não se pode desconsiderar a pesquisa clínica, aliás, o que sempre foi da maior importância em todas as áreas da Medicina, onde a pesquisa clínica anda de mãos dadas com a laboratorial. Dentro dessa perspectiva, das necessárias evidências científicas e clínicas, há um espaço enorme para o desenvolvimento da pesquisa bem direcionada em Endodontia, o que traz de volta ao cenário endodôntico alguém que jamais devia ter ficado de fora: o endodontista.
terça-feira, 10 de março de 2009
Técnicas de Obturação!
Prof. Ruy Hizatugu

1. A Endodontia Baseada em Evidência, contemplará novas perspectivas da pesquisa na área da endodontia, com uma maior sintonia entre clínicos de consultório e pesquisadores de laboratório. Espera-se uma inter relação mais saudável e promissora.
2. Com o avanço da ciência, não haverá tanto confronto entre prática clínica e evidências científicas. Elas serão complementares. Guias que orientarão a prática clínica e a pesquisa.
3. O melhor exemplo que temos dessa prática é a endodontia em Sessão Única. Na prática conferimos o que os principais estudos clínicos randomizados com revisão sistemática e meta-análise (ramdomized clinical trials) nos revelam. Por outro lado, é função da pesquisa científica confirmar os resultados obtidos na prática clínica. Essa sintonia fina será uma das perspectivas da pesquisa científica na área da Endodontia.
Prof. Ruy Hizatugu
sexta-feira, 6 de março de 2009
Cimentos Endodônticos....
responda fazendo um comentário.....
Resultado de nossa Enquete!
Gráfico 1- Única Sessão X Múltiplas Sessões em %.
'
Prof. Dr. Mario Tanomaru Filho (FOAR-UNESP)

A pesquisa odontológica tem evoluído de forma significativa na última década. Na endodontia a evolução tecnológica tem contribuído para seu aperfeiçoamento. No entanto, novos conceitos relacionados ao preparo, desinfecção e obturação dos canais radiculares necessitam de embasamento por meio de evidenciação científica. Desta forma, pesquisas relacionadas aos novos instrumentos endodônticos, novos materiais obturadores e reparadores (MTA), meios de avaliação da reparação periapical (incluindo a tomografia) e microbiologia aplicada a Endodontia têm sido destaque nos principais periódicos de Endodontia.
um abraço
Mário Tanomaru
quinta-feira, 5 de março de 2009
Publicação - Ex Aluno José Antônio Rossi
O ex-aluno de especialização em Endodontia José Antônio Rossi (Curitiba-PR), publicou sua monografia de término de curso : "LOCALIZADORES FORAMINAIS ELETRÔNICOS: UMA REVISÃO ATUAL". Esse artigo esta anexado ao periódico : Revista VIDA das Faculdades de Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Nutrição e Odontologia de Cescage (v.5, n.5, pg.29-36).
Parabéns pela inciativa!
EEC-Equipe de Endodontia de Campinas
quarta-feira, 4 de março de 2009
EEC news!

Olá Amigos,
O trabalho segue de forma árdua no sentido de enriquecer a endodontia nacional e divulgar o trabalho clínico e de pesquisa realizado por tantos colegas no Brasil. Felizmente, há uma ideia muito interessante da formação da Sociedade Brasileira de Endodontia, da qual compartilhamos junto ao Prof. Machado e demais colegas. No entanto, a endodontia nacional carece de divulgação. Na nossa opinião, não é interessante que outros países como Argentina e Venezuela tenham associações de endodontia representativas e mesmo não aconteça no Brasil, país com grande potencial de pesquisa e muitos endodontistas. Essa é a intenção de nosso blog, ser um veículo de divulgação da endodontia, dos acontecimentos de nossos cursos e dos demais, em todos os níveis. Aos alunos, desde o curso de graduação até o doutorado, bem como aos visitantes, para atingirmos o objetivo, o blog depende da participação de todos! Objetivamos casos clínicos, ideias, congressos, cursos e pesquisas. Em um único mês, estamos com mais de 50 seguidores. Outra boa notícia: nossos cursos - aperfeiçoamento e especialização na SLMandic - estão com vagas esgotadas (2 turmas para cada curso), e somente serão iniciados no final de março/09, junto ao nosso 3o. Encontro Internacional de Endodontia EEC. Obrigado pelo prestígio, continuaremos na luta, Carlos Bueno e Equipe EEC.
terça-feira, 3 de março de 2009
Agenda de Qualificação de Dissertações / abril-09
"Análise comparativa da relação entre a flexibilidade e resistência a fadiga cíclica de dois instrumentos endodônticos rotatórios de níquel-titânio"
Aluno: Weber Schimdt Pereira Lopes (Qualificação)
Orientador: Prof. Alexandre Sigrist
dia 22/04 - 16:hs
"Estudo "in vitro"da capacidade de solubilização do tecido pulpar bovino de diferentes soluções irrigadoras"
Aluno: Luiz Henrique Teixeira (Qualificação)
Orientador: Prof. Alexandre Sigrist
OOOOE Março 09
Mario Tanomaru-Filho, DDS, PhD, E.G. Jorge, DDS, M.A.H. Duarte, DDS, PhD, M. Gonçalves, DDS, PhD, and J. M. Guerreiro-Tanomaru, DDS, PhD
Os autores avaliaram o desenvolvimento de lesões periapicais provocadas em dentes de cães através de método radiográfico.
Dentes de cães foram acessados e deixados a exposição do meio bucal. Posteriormente estes dentes foram distribuídos em grupos na dependência do tempo que posteriormente ficariam selados. G1 – 07 dias; G2 – 15 dias; G3 – 30 dias e G4 – 60 dias. Após os tempos experimentais correspondente a cada grupo, radiografias foram realizadas para possível detecção de alguma alteração periapical (reabsorção óssea). Em adição, cortes histológicos da região periapical foram feitas em cada um dos grupos. Os resultados de ambas as avaliações, radiográficas e histológicas, foram analisados pelos testes estatísticos ANOVA, Tukey, Wilcoxon e Pearson.
As lesões foram só observadas radiograficamente após 15 e 30 dias, e tiveram tamanhos similares de reabsorção óssea nesses períodos. Após 60 dias, as lesões observadas eram maiores do que as examinadas em outros períodos. A reabsorção óssea foi detectada histologicamente em 07 dias após a contaminação. Os maiores índices de reabsorção óssea foram observados nos períodos de 30 e 60 dias. Os resultados de ambos os métodos foram similares somente no grupo onde os espécimes foram analisados após 30 dias. Não houve correlação entre os resultados radiográficos e histológicos.
Conclusão:
A radiografia periapical não promove a detecção de lesões periapicais em estágios iniciais. A lesão periapical torna-se mais evidente radiograficamente quando a reabsorção óssea é aumentada, principalmente com o tempo.
International Endodontic Journal Março 09
International Endodontic Journal, 42, 203–207, 2009
W. W. Lyons, G. R. Hartwell, J. T. Stewart, B. Reavley, C. Appelstein & S. Lafkowitz
O estudo analisou a capacidade de selamento do sistema Resilon após preparo para retentor intraradicular em modelo de infiltração bacteriana (Streptococcus Mutans).
Os autores utilizaram 80 dentes extraídos, uniradiculares, superiores que foram aleatoriamente divididos em 2 grupos experimentais e outros 2 grupos controles. Todos os canais foram instrumentados por sistema rotatório com preparo apical de #50 e conicidade 0.6. Os canais do grupo experimental foram obturados com o sistema Resilon através de condensação vertical aquecida. No grupo 1, o preparo para pino foi realizado imediatamente e no grupo 2, o preparo foi realizado após 15 dias da obturação endodôntica. No grupo dos controle positivo, os canais foram obturados com cones Resilon sem cimento e, no grupo negativo, os canais não foram obturados, somente as entradas dos canais e os forames apicais foram selados com verniz. A infiltração foi avaliada por um método de microinfiltração bacteriana utilizando o Streptococcus Mutans.
Resultados:
Todos os espécimes do controle positivo infiltraram em três dias. Os controles negativos não mostraram infiltração em nenhum momento. Todos os espécimes do grupo experimental infiltraram em até 14 dias. Após o teste estatístico (Fisher’s test) não foi observado diferença estatística significante entre a microinfiltração dos grupos experimentais em qualquer intervalo de tempo.
Dessa maneira os autores concluíram que sistema Resilon não obteve bons resultados no selamento apical frente a preparo para retentores intraradiculares, independente se o preparo foi realizado imediatamente após a obturação do canal ou após 15 dias. Os autores ainda relatam que o sistema resilon demonstrou-se falho na tentativa de criar um verdadeiro monobloco nos casos aonde o preparo para pinos é realizado.
























